terça-feira, 27 de agosto de 2013

Sobre amor e Ted Mosby

Tem um seriado que eu sou completamente viciada, se chama How I Met Your Mother. O plot maior dessa história é o fato de como o personagem principal conheceu a mãe de seus filhos. Ao longo de oito temporadas (até agora), somos apresentado a vários acontecimentos na vida de Ted Mosby, o personagem principal. No primeiro episódio da primeira temporada, acontece um fato especial: Ted conhece Robin e no primeiro encontro deles solta um "I think I'm in love with you", que quer dizer "acho que estou apaixonado por você". 

Em um dia, Ted acredita estar amando Robin. 

Seria isso tão impossível assim? Se apaixonar por alguém tão rapidamente? Ou será que temos tanta vontade de amar que acabamos nos apaixonando pelo amor e não pela pessoa? Às vezes me sinto extremamente Ted, tendo vontade de amar pra ontem, por causa da minha personalidade imediatista e meu pensamento de "a vida é uma só". As pessoas perdem tanto tempo na trova, no flerte, demoram tanto pra agir (por seguirem regras de conquista que a sociedade impõe), esquecendo que a gente pode morrer a qualquer segundo. E o destino que me livre de morrer sem nunca ter vivido um amor (sim, eu acho isso importante).

O medo que eu tenho é de, por ter tanta vontade de amar, nunca conseguir realmente e viver nessa procura incessante de alguém que me queira além da carne, que queira minha alma e que queira escrever uma história comigo.

Quem dera existisse um Ted Mosby que me amasse em um dia. Apesar de isso parecer extremamente psicopata, até que seria legal.

Obs: sim, eu sou romântica. Só não me venha com flores ou demonstrações públicas de afeto: uma coisa é romantismo, outra é breguice, ok?

domingo, 25 de agosto de 2013

Qualquer

Gabriela não entendia o motivo de cair tanto por ele. Ele era extremamente comum e até um pouco idiota, mas ela o queria. Nada nele era como ela sempre havia sonhado, mas de algum modo ela conseguia encaixá-lo na vida dela. Era como se tivessem nascido um pro outro. A única parte ruim disso, era que essas coisas só faziam sentido na cabeça dela, já que, pra ele, ela era mais uma qualquer.

Pobre Gabriela, tão querida e diferente, foi cair no papo de mais um delinquente, um ladrão de corações.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Uma vez só

A vida cisma em por gente nova no meu caminho, só não entendo por que me mandar mais do mesmo. Do mesmo poço cheio de merda que as outras pessoas que me cercam. Se é pra mandar gente superficial e mesquinha prefiro continuar com meus poucos e bons.

Posso contar nos dedos quem realmente se importa, no fundo as pessoas não se importam. Egoísmo é a palavra que os guia. Não, eu não me incluo. Eu vou até outro planeta pelas pessoas e, muitos, não podem ir nem até a esquina por mim. Não sei como definir o que sinto agora, mas chega uma hora que meus ouvidos cansam. Cansei da mesma ladainha de sempre. Quando é hora da minha ladainha, poucos querem ouvir. 

Agradeço por esses poucos existirem, eles que não me deixam desmoronar. 

O problema é quando se precisa de novos ares, novas pessoas e lugares, mas são tantas possibilidades, como saber por qual caminho seguir? Como saber qual vale a pena?

Fiz tudo errado até agora, acho que está na hora de acertar. Pelo menos uma vez. 


(Obs: texto escrito há muito tempo atrás, mas que ainda é válido pra algumas coisas)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Divertido pra mim

Estranho é a palavra que melhor define nossa ligação. É algo que vai além da pele. É de alma. Não é como se eu precisasse de ti fisicamente mas eu preciso de ti como pessoa. Preciso dos risos, da troca de histórias, da conexão que nós temos. Um dia sem falar contigo parece um dia chato e quando tu tá mal, eu fico mal junto. Eu nunca vivi algo assim, tão bacana. Muitos ficariam mal sentindo isso mas pra mim faz bem. Um bem que eu quero sempre comigo. Às vezes existem mágoas e outras te acho desnecessário, já até pensei em me afastar mas, no fim, nunca consigo. Te preciso de um jeito diferente, de um jeito divertido e especial. De um jeito nosso.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Reflexão inútil - Parte I

Pois bem, cá estou eu refletindo sobre relacionamentos, como se não existisse nada mais importante na vida. Eis que chego às seguintes questões: por que somos tão ansiosos? Fico pensando na época das cartas ou de viajar à cavalo, as pessoas eram mais calmas, né? Será que por causa da tecnologia nos tornamos essas pessoas sedentas por acontecimentos? Esse tal de stalkear que, por muitas vezes, é capaz de acabar com o bom humor de alguém... será que não seria melhor se não existisse? Ás vezes gostaria de ter nascido em épocas retrógradas, onde existia uma ''magia'' maior nas coisas, onde não sabiam tudo de alguém em um clique e descobriam a essência de uma pessoa ao passar horas conversando com ela pessoalmente, olho a olho, não via computador. Saudades do ser humano e de tudo que ele pode oferecer. E olha que eu sou uma pessoa viciada em máquinas e tecnologia. 

A partir dessa reflexão proponho a seguinte ideia: 

Menos ciberespaço, mais corpos grudados.


Obrigada pela sua atenção, um beijo, boa noite.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Monsters

Eu enfrento monstros todas as noites, sou minha própria heroína. Algumas pessoas sabem de como me sinto, mas não sentem realmente. Muitos não fazem a menor ideia de que uma pessoa que vive para fazer os outros rirem possa ser, no fundo, tão triste. Meus poderes andam fracos, perdidos, sem saber onde atacar. Tenho medo de não conseguir vencer no final. Eu enfrento monstros todas as noites, sozinha, sem ninguém pra me ajudar. 

Eu só peço forças pra conseguir continuar.