É tão bonito como as coisas rolam com nós, é fácil, leve e divertido, além de não doer e nem machucar. E tudo aconteceu tão naturalmente que parece que estava escrito, sabe? Acho que na hora que nascemos o universo já disse: eles vão se conhecer. E assim foi. Sempre abro um sorriso boboca quando falamos a mesma coisa e ao mesmo tempo ou quando temos a mesma opinião sobre alguma coisa. Sobre alguma coisa não, sobre tudo, não é? Nunca vou cansar de dizer que tu é minha versão masculina. E sendo desse jeito que a gente se completa e se precisa. Por que eu preciso muito de ti e não imagino mais minha vida sem tuas babaquices, tuas piadas, teu abraço e tua amizade. Eu não sei como isso aconteceu, só sei que foi assim. E não quero, não quero mesmo, que isso tenha fim.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Pra você, my friend
É tão bonito como as coisas rolam com nós, é fácil, leve e divertido, além de não doer e nem machucar. E tudo aconteceu tão naturalmente que parece que estava escrito, sabe? Acho que na hora que nascemos o universo já disse: eles vão se conhecer. E assim foi. Sempre abro um sorriso boboca quando falamos a mesma coisa e ao mesmo tempo ou quando temos a mesma opinião sobre alguma coisa. Sobre alguma coisa não, sobre tudo, não é? Nunca vou cansar de dizer que tu é minha versão masculina. E sendo desse jeito que a gente se completa e se precisa. Por que eu preciso muito de ti e não imagino mais minha vida sem tuas babaquices, tuas piadas, teu abraço e tua amizade. Eu não sei como isso aconteceu, só sei que foi assim. E não quero, não quero mesmo, que isso tenha fim.
domingo, 28 de abril de 2013
Morreu sem viver
Ela queria tanto amar que não sabia nem lidar. Oportunidades não lhe faltavam, homens a queriam e mulheres a desejavam. Tentava amar todo mundo e no fim não amava ninguém. Abria suas pernas mas esquecia de abrir o coração. Se fechou num mundo frio, obscuro e sem razão.
Sentia falta de sexo mas não como sentia falta de amor, sentia falta do que nunca viveu mas sempre quis com fervor. Queria abraços verdadeiros, beijos profundos e um te amo sussurrado ao ouvido. Suplicava ao destino pra lhe mandar sua alma gêmea, queria por que queria um amor jamais vivido.
Tic. Tac.
O tempo passou e o amor não chegou.
Quis tanto que acabou por nunca ter.
Viveu sem amar.
Morreu sem viver.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Sobre vodka e amor
O amor é algo tão bonito, tão calmo, tão seguro. Uma pena as pessoas terem deixado isso de lado. Querendo ou não viramos uma sociedade sexual, onde a atração, a paixão e o sexo valem mais a pena do que se apegar. Por que vamos nos apegar se ninguém mais presta? Aí que tá. Nós precisamos disso. Quebrar a cara é a razão da vida, porque só assim que aprendemos. Aprendemos o quê? A viver. Será? Olha, são tantas perguntas que eu nem sei como respondê-las.
Tenho essa mania tosca de acreditar em destino e que nada é por acaso. Mania de pensar que se tá ruim agora é porque depois vai ser bom. Aquilo do "há males que vem para o bem". Acreditando que nada é por acaso que penso no futuro e de como serão as coisas se continuarmos a desistir do amor ou do sentir.
Estamos condicionados a não sentir nada, como se sentir fizesse mal, como se fosse uma infecção e só a vodka de todo fim de semana acabasse com esse vírus.
Eu tô cansando da vodka, do energético e da cerveja. Eu tô querendo sentir de verdade, não quero mais ficar tonta por causa de substâncias, quero ficar tonta de sentir. Quero que a felicidade instantânea que temos durante uma festa, dure mais. Quero uma felicidade real. Quero viver.
Enquanto isso não chega, a gente apela pra vodka, né? É o que tem pra hoje.
Obs: não reparem, eu acho que tô ficando velha, isso sim.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Querer
- Queria.
- Queria o quê?
- O mundo.
- Um dia ele vai ser teu.
- Como sabes?
- Por que eu já tenho o meu.
- E como é?
- É lindo.
- Como eu?
- Exatamente.
terça-feira, 23 de abril de 2013
A Noite
"Hoje, quando acordei, você ainda dormia. Aos poucos, acordando, senti sua respiração leve.
E através dos cabelos que escondiam seu rosto, vi seus olhos fechados e senti uma comoção subindo à garganta. Tive vontade de gritar e acordá-la pois o seu cansaço era profundo e mortal. Na penumbra, a pele dos seus braços e pescoço estava viva e eu a sentia morna e seca.
Queria os lábios nela mas o pensamento de perturbar seu sono e de ainda tê-la em meus braços, me impedia. Preferia tê-la assim, como algo que ninguém tiraria de mim, pois só eu a possuía. Uma imagem sua para sempre. Além do seu rosto, via algo mais puro e mais profundo onde eu me refletia. Eu via você numa dimensão que englobava todo o tempo da minha vida.
Todos os anos futuros e os que vivi antes de conhecê-la, mas já pronto para encontrá-la. Este era o pequeno milagre de um despertar. Sentir pela primeira vez que você me pertencia, não só naquele momento, e que a noite era eterna ao seu lado.
No calor de seu sangue, de seus pensamentos, da sua vontade, que se confundia com a minha. Por um momento, entendi o quanto a amava, Lídia, e foi uma sensação tão intensa que meus olhos se encheram
de lágrimas.
Eu pensava que isso jamais deveria terminar. Que toda nossa vida deveria ser como esse despertar. Senti-la não minha... mas como uma parte de mim. Uma coisa que respira comigo e que nada pode destruir, a não a ser a indiferença de um hábito que considero a única ameaça. Então, você acordou, e sorrindo, ainda adormecida, me beijou e eu senti que não havia nada a temer. Que seríamos sempre como naquele momento, unidos por algo que é mais forte que o tempo e o hábito."
E através dos cabelos que escondiam seu rosto, vi seus olhos fechados e senti uma comoção subindo à garganta. Tive vontade de gritar e acordá-la pois o seu cansaço era profundo e mortal. Na penumbra, a pele dos seus braços e pescoço estava viva e eu a sentia morna e seca.
Queria os lábios nela mas o pensamento de perturbar seu sono e de ainda tê-la em meus braços, me impedia. Preferia tê-la assim, como algo que ninguém tiraria de mim, pois só eu a possuía. Uma imagem sua para sempre. Além do seu rosto, via algo mais puro e mais profundo onde eu me refletia. Eu via você numa dimensão que englobava todo o tempo da minha vida.
Todos os anos futuros e os que vivi antes de conhecê-la, mas já pronto para encontrá-la. Este era o pequeno milagre de um despertar. Sentir pela primeira vez que você me pertencia, não só naquele momento, e que a noite era eterna ao seu lado.
No calor de seu sangue, de seus pensamentos, da sua vontade, que se confundia com a minha. Por um momento, entendi o quanto a amava, Lídia, e foi uma sensação tão intensa que meus olhos se encheram
de lágrimas.
Eu pensava que isso jamais deveria terminar. Que toda nossa vida deveria ser como esse despertar. Senti-la não minha... mas como uma parte de mim. Uma coisa que respira comigo e que nada pode destruir, a não a ser a indiferença de um hábito que considero a única ameaça. Então, você acordou, e sorrindo, ainda adormecida, me beijou e eu senti que não havia nada a temer. Que seríamos sempre como naquele momento, unidos por algo que é mais forte que o tempo e o hábito."
Texto retirado do filme La Notte de Antonioni.
domingo, 21 de abril de 2013
Apenas um desabafo
Quantas história não vivi por medo de agir? Quantas vezes a felicidade tava ali e eu não tive coragem de enfrentá-la? Há dias venho sentindo algo diferente que está mudando a minha essência. Não sei se é o que chamam de ser adulto ou se é apenas uma mudança de ângulo na vida.
Vida essa que vai mudar daqui um ano, vai ficar pra trás e vai ser apenas uma lembrança. O medo de deixar tudo pra trás é gigantesco, apavorante e encorajador. Talvez eu nunca mais veja as pessoas com quem convivi durante quatro anos de faculdade, talvez algumas continuem na minha vida e outras eu não vou nem lembrar o nome, mas mesmo assim, abandonar tudo é triste, mas um triste bom. Triste bom? E isso existe? Ah, existe. É um triste de uma saudade boa que não irá embora por muito tempo. É o fim de uma era, é o fim da melhor época da minha vida.
E é pensando assim que tenho feito tudo que vem na minha cabeça. Sem arrependimentos, sem medo do que vão pensar, apenas agindo por impulso e deixando a brisa me levar. Chega de uma vida sem histórias, chega de uma vida sem tentar, daqui pra frente tudo vai mudar. No final da vida só o que teremos são histórias pra contar e pra isso precisamos arriscar sem medo de errar. Vai chegar um momento que a gente vai acertar, aí é só ser feliz e aproveitar.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Game over
Felicidade é algo estranho, né? Muitas vezes acredito que felicidade, em si, não existe. O que existe são momentos felizes que tornam a vida mais suportável. Li certa vez que a questão não é não sentir dor, é sentir dor e, mesmo assim, continuar vivendo. Às vezes é preciso explodir e gritar tudo que se está pensando e sentindo. Só assim o peso da consciência, da vida e tudo que está sobre teus ombros, te pressionando pra baixo, vai embora e abre espaço para o sorriso, a leveza, a sensação boa de viver. Te faz sentir maior, te faz sentir que tu pode encontrar esses momentos felizes. Tu pode machucar muitas pessoas ao falar tudo que quer mas é necessário um certo egoismo às vezes. Bom coração nem sempre faz bem, ser bonzinho nem sempre recompensa, precisamos pensar em nós mesmos, para que continuemos a existir.


domingo, 14 de abril de 2013
Waiting
É o sorriso que mais me faz sorrir. É pensar e pronto: estou sorrindo. É involuntário e inevitável. Uma sensação estranha toma conta, como se eu precisasse sair correndo e te abraçar, te ter por perto. A distância temporal e geográfica nos separa de uma maneira estressante. É aquela tal de discrepância do destino, que Los Hermanos define muito bem.
Em alguns momentos o destino é legal e cruza nossos caminhos, então eu sorrio, minhas mãos suam e minhas pernas tremem. Não sei o por quê dessa reação. Foi só um beijo, numa festa qualquer de uma cidade qualquer.
Mas a vida parece estar guardando coisas pra nós. Coisas, momentos, histórias. E eu fico aqui, aguardando ansiosamente por todas essas coisas, pelo segundo beijo e por nós.
Por que pelo teu sorriso, eu espero o tempo que for.
Deixo Los hermanos de brinde pra vocês. Essa música é genial demais. Ouçam.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Parô com isso aí!
Eu criei a possibilidade de algo na minha mente. Criei expectativa, criei sentimento, criei um nós. Um nós que não se concretizou e que não soube se fazer existir. Não sei se foi falta de química, de papo ou até mesmo um timing errado. Talvez não era hora ou momento, talvez não tinha um porquê de acontecer. Talvez daqui a dez anos nos vejamos e o sentimento simplesmente se crie como eu tô criando agora, como eu tô querendo agora. São tantos talvezes que eu não sei o que pensar, por hora só quero deixar pra lá. Que a expectativa pare de existir, a mente de criar e o coração de querer.
Sei lá.
Eu realmente estava afim de escrever hoje mas não sai nada, nadinha, necas de pitibiribas. Tô aqui há uns dez minutos tentando formular frases que façam sentido e nada.
Já tentei escrever sobre o passado e apenas pensei que não valia a pena.
Sobre o presente então... sem comentários, parece que a vida de todo mundo está maravilhosa e a minha está um caos, apesar de ter dias maravilhosos, como o de ontem, tem outros dias que são uma bostinha, mas acredito que isso aconteça com todos nós, certo? Pelo menos preciso acreditar nisso por que não pode ser possível só a minha atual situação ser revoltante. E não falo quanto a amor e outras drogas, falo sobre a vida mesmo, parece estar sem nexo.
E o futuro? Ah, eu não posso nem começar a falar sobre isso. O medo que bate quando eu penso no futuro é tanto, que dá uma vontade de chorar e dizer que não quero. Não quero que os ciclos acabem. Do ensino médio pra faculdade eu não senti isso, mas da faculdade pra vida? Nossa, dá medo demais, uma sensação absurda de solidão e de que nada vai dar certo.
Meu lema atual é: viver um dia de cada vez. Sofrer por antecipação e criar expectativas? Tô fora. Eu vou é viver um dia após o outro, como se não houvesse amanhã.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Acorda, guria!
É chegada a hora de admitir: tu não nasceu pra isso. Não nasceu pra amar, pra ser amada e nem pra viver este tipo de coisa. Tu não tem capacidade, jeito, personalidade, nem nada que te encaminhe para as terras longínquas do amor. O amor é um negócio que não existe na tua vida e talvez nem venha a existir e, admitindo isso, tudo fica mais fácil, mais leve, mais divertido. O problema é quando tu acha que precisa disso e não sabe se consegue viver sem isso, sem nem mesmo ter vivido isso algum dia.
O fato de ver outras pessoas vivenciando isso, e tu não, é que talvez traga essas sensações. Mas chegou a hora de repetir mil vezes, pra entrar na tua cabeça e não sair mais: o amor não é pra ti, filha, deixa pra lá, deixa estar. É preciso lembrar que muitas vezes o que queremos não é o que precisamos. Aí tu vai falar "mas eu preciso dele, eu preciso do abraço, do beijo, do olhar, da atenção", não! Tu não precisa dele, tu precisa de qualquer um. Ele não é especial, ele não é the one. E não pense que o problema é com ele, o problema é contigo. É tu que não nasceu pra isso e não adianta tentar mudar algo que tá escrito. No final tu vai repetir isso, vai gravar até, mas a qualquer momento vai esquecer, vai ser só ele abrir um sorriso que toda essa ladainha vai desaparecer... depois não venha dizer que eu não avisei.
domingo, 7 de abril de 2013
Os dias perfeitos
“Você nunca sabe qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa que serão os mais importantes nunca são tão importantes quanto você os imagina. São os dias normais… os que começam normalmente… Aqueles que acabam se tornando os mais importantes. E hoje foi o casamento. Foi lindo… Perfeito.
Você não reconhece o dia mais importante da sua vida. Não até que você esteja bem no meio dele. O dia em que você se compromete com algo ou alguém… O dia em que partem seu coração… O dia em que você conhece sua alma gêmea… O dia em que você percebe que não há tempo suficiente porque você quer viver para sempre… Esses são os dias mais importantes… Os dias perfeitos.”
| Grey's Anatomy |
sábado, 6 de abril de 2013
Parece certo
Dois quartos da garrafa já não estavam mais ali e as palavras não existiam mais. Os dois se olhavam como se estivessem petrificados, o único movimento era o da mão ao levar o copo até a boca pra aumentar a embriaguez. Ambos não sabiam definir esse momento, era uma vontade estranha de apenas se olhar. Não queriam beijos, abraços, pele na pele. Queriam apenas ficar ali, um fitando o outro. Os olhos pretos dele enfeitiçavam ela da maneira mais mágica possível e o olhar penetrante dela, fazia arrepiar todos os pelos do corpo dele.
Era estranho, difícil de conviver e impossível de explicar. Não sabiam se era amizade, amor ou apenas um carinho eterno de duas almas que se encaixaram perfeitamente. A alma era vista ali, entre um piscar e outro dos olhos de cada um.
Alguns engasgos com a bebida quebraram o silêncio e os dois começaram a rir um do outro, um pro outro, um com o outro. Aquela sensação de que parecia certo fez com que os dois se deixassem levar. E só assim descobriram que aquilo não era amizade, nem carinho, era amor.
Era estranho, difícil de conviver e impossível de explicar. Não sabiam se era amizade, amor ou apenas um carinho eterno de duas almas que se encaixaram perfeitamente. A alma era vista ali, entre um piscar e outro dos olhos de cada um.
Alguns engasgos com a bebida quebraram o silêncio e os dois começaram a rir um do outro, um pro outro, um com o outro. Aquela sensação de que parecia certo fez com que os dois se deixassem levar. E só assim descobriram que aquilo não era amizade, nem carinho, era amor.
Apenas uma reflexão sobre bebidas e amores
As pessoas acham difícil não se apaixonar sendo que é uma das coisas mais fáceis do mundo. É só não se deixar levar. É difícil no começo mas depois que pegar prática é fácil. Mas será que vale a pena? Viver uma vida inteira sem amar? Consegui fazer isso por 21 anos, será que consigo por mais 21? Uns mandam aquela frase manjada do "troquei meu coração por um fígado" como se bêbados não fizéssemos mais besteiras do que sãos. É difícil lidar com isso de gostar/querer/amar alguém. Eu nunca vivi isso intensamento, eu não sei conviver com isso, eu prefiro que fique no zoológico, mas devo fugir quando isso bater na minha porta? Devo me trancar a sete chaves por que tenho medo de sentir? E não tenho nem medo da rejeição, tenho medo do depois. Ok, vou me apaixonar, vou amar, vou me doar... aí aquilo acaba e eu fico como? Em pedaços? Como se vive depois do fim? Parece loucura sofrer por antecipação mas talvez foi isso que fez eu me fechar pra todo tipo de sentimento. Eu só não sei decidir se devo continuar com isso ou se devo deixar pra lá, deixar rolar, deixar acontecer.
Ô vidinha difícil, ein?
Talvez eu deva parar de pensar e começar a me arrumar. Afinal, hoje tem open bar e é só por isso que eu me deixo levar.
Obs: não sou alcoólatra, tá?
É que entre o amor e a tequila, eu fico com a ressaca.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Vai-que-né
Camila acordava tarde todo dia, de cabeça cheia e barriga vazia. Os sonhos transbordavam pelos poros. Sonhos que ela não queria esquecer. Todo dia ao acordar, escrevia tudo que havia sonhado. Ao ser questionada sobre isso a resposta era um simples: vai que... né? E era nesse ritmo que ela levava a vida. Não sofria de ansiedade, de medos e muito menos de timidez, sua vida era um grande vai-que-né. Camila dizia que não adianta esperar a sorte bater na porta, o amor aparecer na próxima rua ou o dinheiro cair do céu, era preciso apostar, arriscar e acreditar. "Sem nenhuma dessas três coisas a vida não tem graça", ela falava isso sempre, como se fosse uma verdade absoluta. As pessoas riam dela e caçoavam, diziam: que coisa de gente sonhadora, põe esses pés no chão. Pés no chão? Ela queria é pular de para-quedas, ver o mundo de cabeça pra baixo, aloprar. A vida é uma só, pra que esperar?
Aposte, arrisque e acredite, vai que... né? A sorte pode não bater na porta, o dinheiro com certeza não vira do céu, mas o amor pode aparecer em qualquer lugar. Vai que dá certo? Não custa nada tentar. Um simples vai-que-né pode te levar a mil lugares e, acredite, até fazer apaixonar.
(Obs: eu tenho mania de rimar)
Aposte, arrisque e acredite, vai que... né? A sorte pode não bater na porta, o dinheiro com certeza não vira do céu, mas o amor pode aparecer em qualquer lugar. Vai que dá certo? Não custa nada tentar. Um simples vai-que-né pode te levar a mil lugares e, acredite, até fazer apaixonar.
(Obs: eu tenho mania de rimar)
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Paguei!
Já dizia Vera Loca: "a vida é de graça e tem gente que paga pra viver", eu não estou pagando pra viver mas estou pagando pra ver. Pagando pra ver o que eu quero, acontecer. Comprando ingresso antecipado, primeira fila, camarote, só pra ver de perto a vontade virar realidade. Só pra ver de perto o brilho do teu olho e o suor na tua testa. Pra ver que tu me quer do mesmo jeito que eu te quero. Talvez não valha o preço, talvez de graça seria mais gostoso, mas tá tão divertido assim, por que mudar? Só tô aqui esperando, esperando o show começar.
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