É, pra ti mesmo.
Tu... Que me despertas
do transe e faz brotar sorriso no rosto. Que na escuridão da mente faz sala,
senta, deita, se aprochega e conta uma que outra história. Cá entre nós confesso
que, às vezes, não consigo acompanhar. São tantos causos e besteiras que me fazem viajar
pra longe do lugar comum.
Brisa leve e passageira, sei que não vais ficar por
muito tempo à minha alçada e que não conseguirei alcançar em tempo, mas enquanto por aqui
ficas, lhe peço que me entenda: se faço pirraça, bagunço o quarto e arranjo
briga, é porque, no fundo, a alma grita que, em um universo paralelo, já
estamos a nos amar.
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