sexta-feira, 24 de abril de 2015

Not cool

"Eu queria sentir alguma coisa. Qualquer coisa."

Acho que eu repito isso pra mim todos os dias ao acordar, sem brincadeira. Abrir os olhos e pensar que daquele dia não passará, que tu sentirás qualquer coisa a mais da linha constante de sentimentos que pairou por aqui. E eu falo em sentir algo romanticamente mesmo. Sou aquele tipo de pessoa que não sabe viver sem querer ou gostar de alguém. Fantasiosa? Sim, demais, e não peço desculpas por isso. Parei de pedir desculpar pelo meu jeito há um tempinho atrás. Afinal, porque eu deveria mudar por alguém? Só que o maior problema é mostrar o meu eu, pois depois que me mostro, todos somem. Legal, não? Por um lado talvez sim, evitam que eu quebre a cara. Só com o sumiço alheio já imagino a índole ou fraqueza da pessoa. Por outro lado... Not cool, guys! Not cool.


Espero, realmente, que um dia o meu eu, ao invés de assustar, faça alguém ficar, correr atrás das pessoas é que eu não vou, tenho problemas nos joelhos.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Rain Rain Rain

Eu sempre preferi dias chuvosos, acho que combina mais com a minha personalidade. Não vejo esses dias do mesmo modo que a maioria. Pra muitos é um dia feio em que gostariam de estar em casa, enfiados em um cobertor e assistindo filmes. Aí eu me pergunto, por que a chuva é feia? Por que dias ensolarados que são bonitos? Reparem que até a natureza sofre com estereótipos e rotulações. Mania chata do ser humano, viu? Eu sinto que com a chuva vem junto uma sensação de ''lavar a alma'', como dizem, parece que tudo se renova e eu vejo uma beleza absurda nisso. Acho que eu gosto desse tipo de coisa: ver o belo onde só vêem o feio. Talvez isso diga muito sobre mim. Talvez não. Talvez eu só esteja refletindo sobre coisas inúteis. São questões. Só sei que dias como o de hoje me deixam muito mais feliz e me fazem até escrever. Incrível, não?

sábado, 4 de abril de 2015

Só pra tirar a poeira

E eu voltei a ter vontade de escrever.

YAY!
CHEERS!
Ou não.

Sair algo produtivo dessa vontade de escrever será muito relativo, mas preciso digitar alguma coisa.

Nesse começo de 2015 pude sentir vários tipos de emoções. Tive que aceitar umas coisas, deixar outras irem embora, pra enfim tentar achar alguma luz no fim do túnel. Ainda não achei a luz, mas alguns focos tá dando pra ver. Tá longe, mas eu sei que tá lá.

O que eu espero desse ano? Nada.
O que eu quero esse ano? Tudo.

Se ficar no meio-termo já tá bom.