sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sobre vodka e amor

O amor é algo tão bonito, tão calmo, tão seguro. Uma pena as pessoas terem deixado isso de lado. Querendo ou não viramos uma sociedade sexual, onde a atração, a paixão e o sexo valem mais a pena do que se apegar. Por que vamos nos apegar se ninguém mais presta? Aí que tá. Nós precisamos disso. Quebrar a cara é a razão da vida, porque só assim que aprendemos. Aprendemos o quê? A viver. Será? Olha, são tantas perguntas que eu nem sei como respondê-las.

Tenho essa mania tosca de acreditar em destino e que nada é por acaso. Mania de pensar que se tá ruim agora é porque depois vai ser bom. Aquilo do "há males que vem para o bem". Acreditando que nada é por acaso que penso no futuro e de como serão as coisas se continuarmos a desistir do amor ou do sentir.

Estamos condicionados a não sentir nada, como se sentir fizesse mal, como se fosse uma infecção e só a vodka de todo fim de semana acabasse com esse vírus. 

Eu tô cansando da vodka, do energético e da cerveja. Eu tô querendo sentir de verdade, não quero mais ficar tonta por causa de substâncias, quero ficar tonta de sentir. Quero que a felicidade instantânea que temos durante uma festa, dure mais. Quero uma felicidade real. Quero viver.

Enquanto isso não chega, a gente apela pra vodka, né? É o que tem pra hoje.


Obs: não reparem, eu acho que tô ficando velha, isso sim.

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